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Resenha: Strike the Blood



    E acabou, gente, acabou Strike the Blood. Estaremos felizes, contentes, levemente aliviados por isso? Estaremos tristes? Estaremos tudo ao mesmo tempo? Não sei, ainda não me decidi sobre meu sentimento em relação ao fim do anime, vamos ver se eu descubro como me sinto até o fim dessa resenha. 

   Strike the Blood é um anime remanescente da temporada passada, ele tem 24 episódios e se encerrou na última sexta-feira. O anime conta a história de Akatsuki Kojou, um dos vampiros mais poderosos do mundo conhecido como o Quarto Progenitor. Um belo dia ele conhece uma garota chamada Himeragi Yukina, shamã da espada da Organização Lion King que simplesmente aparece e diz que é a observadora dele. A missão de Himeragi é vigiar Kojou e, caso ele se torne muito perigoso, ela tem de "dar cabo" dele. Então, seguindo as ordens da Lion King, a Himeragi começa a seguir o Kojou por todos os lados e a história vai se desenrolando.

   Eu não sei se isso aconteceu com todo mundo, mas quando eu comecei a ver esse anime eu pensei que ele tomaria um rumo, só que ele acabou tomando outro rumo, o que foi meio bom. Inicialmente eu achei que a história giraria muito nessa de "Lion King, dar cabo do Kojou e afins", entretanto, o anime acabou abrangendo outros temas e por vezes fazendo uma confusão e tanto.

   Vou adiantar uma coisa bem óbvia pra vocês, que todo mundo percebe lá por quarto episódio; quanto mais o tempo passa, mais o Kojou e a Himeragi se aproximam e... bom, vocês sabem o que acontece quando uma garota se aproxima muito de um vampiro. Mas, acalmem-se, o foco da história não é esse, podem relaxar. Vou adiantar outra coisa, um pequeno spoiler que vocês entenderam lá pro episódio doze: TODAS QUEREM O KOJOU, O KOJOU TEM MEL, EU TAMBÉM QUERO O KOJOU!!!! Pronto, sem mais spoilers.

    Como todo anime de temporada que se prese o final deixou coisas sem explicar, então eu aguardo uma nova temporada no ano que vem. Sobre o final em si: ele foi meio o que eu esperava, mas ao mesmo tempo também não foi. Porém, teve uma coisa que eu imaginei nos últimos episódios e uma outra coisa que eu imaginei desde o começo, então me senti muito bem por saber que minhas ideias tem fundamento.

   Sobre os demais personagens, gostaria de tratas de algumas pessoas relevantes e que aparecem logo no primeiro episódio. Asagi: ela é uma colega/amiga da classe do Kojou; ela é legal, mas não é minha preferida. Nagisa: é a irmã do Kojou, é uma fofa, tem a voz um pouco irritante e eu aposto a minha vida que tem um segredo muito louco que ronda ela, acreditem em mim. Natsuki: essa é a minha favorita de todo o mundo; a Natsuki é uma bruxa e é professora do Kojou. Ela é super baixinha e brava, e muito poderosa, ela é demais, ela é a melhor.

    O saldo final sobre Strike the Blood é: não se deixem enganar pelo google imagens, o anime não é ecchi. Ele tem muito ecchi, mas ele não é ecchi, a história não gira em torno só de ecchi. Okay, sério agora. É um anime bom, ele te faz passar muita raiva, faz você quase cair da cadeira e faz você querer meter a mão na cara do mangaká com uma grande frequência. Então, sim, é recomendável. Eu fiquei com vontade de ler o mangá, então, se alguém souber de um site que tenha os scans (em português) pode me mandar, eu ficarei muito grata e feliz. Para quem não assistiu o anime ainda, vai assistir. Você vai passar muita raiva, mas tem umas batalhas bem legais. E, meninas que assistirem o anime e que, assim como eu, não consegue não shippar um casal, ao menos shippem o casal certo. Enfim, o anime vai deixar saudades, sentirei falta de ficar esperando um episódio novo toda sexta, porém outros animes precisam brilhar.

Resenha: Coppelion




   E mais um anime da temporada chegou ao fim. Na última quarta-feira de 2013, foi lançado o último episódio do anime Coppelion. Adaptado a partir do mangá de Tomonori Inoue, o anime conta com 13 episódios e tem um enredo  interessante. 

   Coppelion é um anime um tanto apocalíptico. Em 2016 ocorre um acidente nucelar em Tóquio (tá perto em gente), o que faz com que a cidade tenha de ser evacuada, tornando-se assim, uma cidade fantasma onde ninguém é capaz de viver por conta dos altos níveis de radiação. A história se desenrola em 2036, vinte anos depois do acidente nuclear, quando três estudantes do ensino médio (Naruse Ibara, Fukasaku Aoi e Nomura Taeko)o vão até a capital a procura de sobreviventes que possam ainda estar no local. As garotas fazem parte de uma unidade especial denominada Coppelion (daí vem o nome do anime) e foram criadas geneticamente para resistirem a radiação.

   É a partir disso que a história do anime vai se desenvolvendo, contando a "jornada" das meninas pela velha capital. Com relação aos personagens eu preciso dizer que gosto particularmente muito das três. Elas são bem diferentes uma das outras, o que é legal porque elas acabam se completando. A Ibara é a grande líder do grupo, ela era presidente de classe no colégio, e agora é ela quem leva a unidade pra frente. De todas as três a Ibara é que se dá melhor com armas, na verdade ela tem um revólver, o que não é muita coisa, mas já é alguma coisa se comparado às outras duas; a Aoi é o grande escape cômico do anime, e também é a mais fofa delas. Ela fala alto, é escandalosa, adora comer e ela é meio "fraquinha" no começo da história, mas acho ela bem legal; a Taeko tem um tipo de habilidade especial, ela se dá bem com os animais e ela é boa em coisas como medicina, enfermagem e todas essas questões relacionadas a doenças e curativos. É bem útil e no fim isso se torna bem importante.

   Tem um outro personagem, também é um coppelion, que só aparece perto da metade da história. Kurosawa Haruto é o único coppelion masculino a aparecer em todo o anime. Ele não é da mesma unidade que a Ibara e as outras e é incrivelmente bom armas. O Haruto é capaz de carregar mais armas do que você pode ser capaz de imaginar e é legal como o personagem muda e amadurece durante a trama, então eu precisava mesmo falar dele.

   Diferentemente da maioria dos outros animes que eu assisti, Coppelion não é muito cômico. O fato de ele ser um anime apocalíptico  faz com que não caiba muitas situações engraçadas na trama. Ainda assim, como eu já disse, tem a Aoi e ela te faz dar umas boas risadas mesmo quando não é hora de rir. Isso é bom, quebra a tenção constantemente presente no anime.

   Coppelion não foi o melhor anime da temporada, porém ele é o tipo de anime que você tem preguiça de assistir, mas quando começa a assistir você não quer parar mais. Eu senti mais falta dele do que eu pensei que sentiria e o fim dele é bem sugestivo no quesito segunda temporada. Eu acho (não tenho certeza) de que, apesar do mangá já ter sido finalizado, o anime não contou toda a história do mangá, ou pelo menos foi essa a impressão que eu tive. Em relação ao mangá há uma coisa bem interessante, os desenhos são feios e esquisitos, mas no anime eles são bonitinhos, então vale a pena das uma espiadinhas em ambos.

   As trilhas sonoras são bem "épicas", super combinam com o clima do anime e colam na sua cabeça. Do nada você tá na sua casa e se vê cantarolando, ou embromando, a música de abertura. Adoro esse tipo de coisa. Portanto, nesse comecinho de 2014 eu aconselharia todos vocês a perderem um ou dois dias da vida de vocês e assistirem Coppelion. Pra quem gosta dessa coisa de apocalipse, fim do mundo e essas "paradas" é bem legal. E não custa nada assistir um anime novo durante as férias, certo?

Resenha: Kyoukai no Kanata




   Os animes da temporada estão acabando!!! Sim, passou rápido, voou, mas enfim, o fim dessa temporada tá chegando e o primeiro anime (dos que eu assisti, claro) a dar adeus é Kyoukai no Kanata. Escrito por Nagomu Torii e ilustrado por Tomoyo Kamoi a light novel, Kyoukai no Kanata, ganhou uma versão em anime que começou a ser exibido em Outubro desse ano. O último episódio foi lançado no Brasil exatamente hoje, então, eu preciso falar desse anime. 

   Kyoukai no Kanata conta a história de dois estudantes do colegial, uma garota e um garoto nem um pouco normais. A garota, Kuriyama Mirai, é estudante do primeiro ano do colegial. Ela é uma guerreira do mundo espiritual e pertence a um clã capaz de manipular o próprio sangue, algo verdadeiramente incomum. O garoto, Kanbara Akihito, é do segundo ano e seria perfeitamente normal se não fosse um meio-youmu. Os dois se conhecem quando a Kuriyama está prestes a pular do telhado do colégio e é a partir desse encontro que as coisas começam a acontecer.
 
   Se eu falar qualquer coisa a mais eu vou acabar dando spoiler, então, eu só vou dizer que rolam altas batalhas, aparecerem dezenas de youmus e tem um grande mistério que só é revelado nos últimos episódios do anime.

   Na minha opinião foi um dos melhores, talvez até o melhor, anime dessa temporada. Ele é engraçado, ele é retardado, emocionante, sofrível, chorável, contagiante e viciante. Uma coisa que me fez gostar bastante dele é da maneira que ele trabalha com os personagens tarados e pervertidos, os nossos queridos e amados hentais e eros. A maioria dos animes têm personagens meio tarados ou pervertidos, mas Kyoukai no Kanata é o único anime que tem um personagem tarado por óculos. Não, vocês não leram errado, o Akihito é tarado por óculos! Ele não pode ver um par de óculos que ele fica doido, é extremamente cômico. Eu nunca vi nenhum personagem que gostasse de óculos e olha que eu assisto animes a muito tempo, mas nenhum personagem nunca foi tarado por óculos.

   Outra coisa muito fera no anime é o "bordão" da Kuriyama, em praticamente todos os episódios ela diz, pelo menos uma vez, a expressão "Fuyukaidesu", que quer dizer "desagradável". Eu achei a palavra viciante, sério. Ela fala isso toda hora, mesmo quando ela não considera a situação desagradável. Okay, vou assumir, eu me apaixonei loucamente pela Kuriyama e pelo Akihito. Geralmente, em animes assim, a gente sempre acaba gostando mais de um coadjuvante do que de um protagonista, mas em Kyoukai no Kanata não teve jeito, meus personagens favoritos ficaram sendo esses dois.

   Você deve tá pensando: poxa, nesse anime só tem esses dois? No, no, no, my friend, tem mais gente. Acho que os dois mais importantes são os Nase, a Mitsuki e o Hiroomi. Como você deve ter percebido pelo sobrenome eles são irmãos e pertencem a uma família de guerreiros espirituais super importante e tudo o mais. Entretanto, o que me faz gostar deles é: eles não batem bem da cuca! A Mitsuki gosta de agredir verbalmente o Akihito, fato responsável por muitas das risadas que eu dei assistindo ao anime. O Hiroomi é outro tarado, só que ele é tarado por irmãzinhas, então eu ainda tô tentando entender o que isso significa, exatamente.

   Em relação à abertura e ao encerramento, mais uma vez o anime deu banho. É tudo bonitinho, as músicas são boas, é bem legal. Eu achei o anime bem diferenciado, mesmo. Digo, a história em si não é nada muito diferente do normal, mas a maneira com que os personagens são trabalhados e inseridos na história dão um toque especial. Eu tô muito sentida com o fim do anime, mas como foi tudo esclarecido (diferente do que eu havia imaginado, eu achei que o último episódio ia deixar muitas questões inacabadas) não sei se posso me dar ao luxo de esperar uma segunda temporada. Ainda assim nunca se sabe né? Se os DVDs e Blue-Rays venderem bastante no Japão...

   Enfim, acho que é isso. O anime tem 12 episódios, pequeninho né? Choremos... E tem 3 "especiais" no estilo chibi sobre os quais não falarei. Só assistindo pra saber. Eu super recomendo o anime, mesmo que no começo ele pareça meio desanimado, a partir do segundo episódio melhora bastante. Como eu já disse tem um mistério bem grande, mas tem outros menorzinhos que te deixam se roendo de curiosidade, o que é bom muito não é mesmo? Então, assistam Kyoukai no Kanata, tirem suas próprias conclusões e sejam felizes!

   

Resenha: Kuroshitsuji II



   E eu assisti a segunda temporada de Kuroshitsuji, na verdade eu acabei de terminar, então, pausa pra eu organizar as ideias. Fim da pausa. Okay, é o seguinte, mil tretas, mil fitas, altos paranauês acontecem nessa segunda temporada. Kuroshitsuji II é a continuação de Kuroshitsuji (avah) e ele é um anime muito troll. Por que ele é um anime muito troll? Simples, ele dá um nó tão grande na sua cabeça quanto Kuroshitsuji, só que ele faz em 12 episódios o que a primeira temporada faz em 24.  

   Logo no começo do primeiro episódio aparece um menino, mais ou menos da mesma idade que o Ciel, chamado Alois Trancy. Assim como o Ciel, esse menino também tem um mordomo, o Claude, que também é mordomo demônio. Até ai tudo bem, só que o problema é que esse Alois ele é um horror de pessoa, o guri é ruim igual o capiroto, então eu odiei ele em cinco minutos de anime. Na verdade, durante mais ou menos metade do primeiro episódio eu achei que o Claude fosse o Sebastian. Eu pensei que o Sebastian tinha feito um contrato com o Alois e que os personagens dessa segunda temporada iam ser outros e tudo o mais, só que eu tava errada, e ainda bem que eu estava errada.

   Lá pros vinte minutos do primeiro episódio aparece, adivinhem quem, adivinhem quem? Isso mesmo o Sebastian! Ai eu comecei a pular de alegria pelo meu quarto, porque eu juro que se a história girasse somente em torno do Alois eu teria aguentado assistir a segunda temporada, sério. Certo, você deve estar se perguntando o seguinte: se o personagens não foram todos trocados, se o Claude não é o Sebastian usando outro nome, se o Sebastian apareceu, então cade o Ciel? O que aconteceu? Então, pra você saber direitinho você vai ter de assistir o anime, mas adiantando pra você um spoiler bem básico que não muda nada no enrendo, o Ciel tá vivo e ele perdeu a memória. Pronto, não digo mais nada, vamos falar sobre os personagens do anime agora.

   O primeiro personagem que aparece, como eu já disse, é o Alois, carinhosamente apelidado por mim de Guri do Capiroto! Sério, vocês não tem noção de como eu odiei esse menino até o episódio 10. O garoto é muito ruim, ele é muito estranho. O Alois é meio delicado e feminino, então, se fosse pra seguir uma regra eu deveria gostar dele e achar ele engraçado, mas não, ele é horrível. Ele super maltrata a Hannah, a empregada dele, logo no começo ele fura um dos olhos dela. Pra todos os defeitos, no início do anime, o Alois é o herdeiro da família, Trancy, tal qual o Ciel é o herdeiro da Phantomhive. O Alois foi sequestrado quando bebezinho, mas retorna para a mansão Trancy com uns 13 anos e logo o pai dele morre. Se isso é verdade, ou não, assistam pra saber.

   O Claude é outro que eu não gosto. Ele tem uma cara de sonso, mas uma cara de sonso, que me deixa ferrada da vida. Isso sem contar que ele parece mais um pedófilo do que um mordomo, e cá entre nós, já tem pedofilia em demasia em Kuroshitsuji, isso nas duas temporadas.

   Os servos da mansão Trancy não são ninguém na fila do pão se comparados aos servos da mansão Phatomhive. Lembra que na outra resenha eu fiquei me declarando de amores pelos estabanados empregados do Ciel? Então, isso não ocorre com os servos do Alois. Eu meio que gosto da Hannah, mas eu tenho dó dela porque ela é muito maltratada e tudo o mais. Fora a Hannah, existem mais três servos, os tri-gêmeos. Eles são idênticos, e eu adoro gêmeos idênticos, mas não senti nada de especial por eles. Eles fazem o trabalho direitinho, não derrubam copos, mas também não falam, então, não tem muito o que falar sobre eles.

   Quanto aos personagens antigos, eles aparecem todos. Aparece a Elizabeth, os servos da mansão Phantomhive e também, minha diva dreag queen, Grell. O Grell continua sendo o brilho vermelho purpurinado do anime, isso não muda. Ele aparece e abala as estruturas, ai você começa a dar risada e não para mais. A cena tá lá super tensa, ai você vê o Grell e adeus tensão, adeus concentração, adeus tudo.

   Em relação ao estilo do enredo, é a mesma coisa. A história é confusa, ela dá umas voltas enormes e super demora pra você entender tudo e cada peça se encaixar no lugar. O que é bom, porque ai você não se entedia com o anime. Existe umas menções históricas na segunda temporada também, mas elas são menores e de menor importância. A coisa que verdadeiramente te deixa de queixo caído é o fim da segunda temporada. As coisas que acontecem nos dois últimos episódios, no último então nem se fala, te deixam totalmente estarrecido. Eu ainda tô digerindo o que aconteceu. Não dá pra dizer se eu gostei ou não do final porque eu ainda tô descobrindo isso. O fato é que, é surpreendente, de verdade.

   Pra quem assistiu a primeira temporada é meio que uma obrigação assistir a segunda, mesmo que isso não fique claro logo no início. Ela é mais curta que a primeira, mas dá pra ocupar seu tempo e sua mente, então vai na fé que tudo dá certo. Enfim, acho que é isso. Não sei se deu pra entender alguma coisa, mas é que eu não posso falar muito sem dar spoiler, então, assistam e tirem suas próprias conclusões, certo?

Resenha: Kuroshitsuji

 E depois de sumir por um tempo indeterminado, enfim eu tô aqui de volta pra resenhar, o que, o que, o que? Mais um anime. O escolhido da vez é Kuroshitsuji! De autoria de Yana Toboso, Kuroshitsuji, também conhecido como Black Butter, conta a história de um mordomo demônio. Sebastian é o mordo da família Phantomhive, mais precisamente de Ciel Phantomhive, um lord inglês de treze anos que é o grande cabeça não só da família como também dos negócios desta. O por quê de um demônio servir um menino de treze anos? Simples, eles têm um contrato. Segundo esse contrato Sebastian é o servo de Ciel e quando o menino morrer o Sebastian "pega" a alma dele.   

   A história se passa na era vitoriana e isso acarreta umas coisas muito legais. Têm umas partes no anime verdadeiramente baseadas na história da Inglaterra como, por exemplo, o aparecimento do Jack Estripador. Quando eu vi o assassino em série ser citado no anime eu quase caí de costas, não dava pra acreditar que eu tava vendo um anime shounen sobre um mordomo demônio citar um personagem história como esse. Mas não são só de assassinos que se fazem as citações históricas de Kuroshitsuji, o anime também trata, bem rápida e levemente, da questão Índia e toda aquela história da Inglaterra colonizar o país e a ida de indianos pra Grã-Bretanha. Pra fechar com chave de ouro o engajamento histórico tem, ainda, a citação da introdução do ópio na China durante a expansão comercio-militar inglesa, que por questões históricas acaba por culminar na Guerra do Ópio.

   Além das questões históricas, que me deixaram com os olhinhos brilhando, o anime tem personagens muito legais, a começar pelos outros servos da mansão Phantomhive. Fora o Sebastian existem mais quatro servos na mansão: a empregada, Maylene; o jardineiro, Finny; o cozinheiro, Bard e um outro mordomo, Tanaka. Eles são os responsáveis por grande parte das cenas de humor do anime. A Maylene é uma figura, ela usa uns óculos meio quebrador, meio embaçados, é difícil dizer, e é totalmente desastrada, principalmente quando tá perto do Sebastian. o Finny é um fofo, tem uma super força, também é um desastrado de mão cheia e é bem delicado. O Bard é um desastre na cozinha e nunca faz nada que possa ser ingerido. O Tanaka vive bebendo chá japonês, têm a aparência de um velhinho baixinho, mas de vez em quando ele assume uma aparência de um ser humano normal e fala coisas bem sensatas.

   Fora da mansão Phantomhive existem outros personagens, só que como todos eles são meio importantes pra história eu só vou falar de dois. A Elizabeth é a noiva do Ciel. Ela é bem fofinha, mas fofinha ao extremo o que as vezes pode deixar ela um pouco irritante, mas eu gosto dela no fim das contas. Mas o amor da minha vida é o Grell. O Grell é um shinigami, dreag queen, bicha aloka da laje, apaixonado pelo Sebastian que se veste de vermelho. Eu perdi a conta de quantas vezes eu dei risada só de olhar pra ele. Grell é o brilho purpurinado de Kuroshitsuji.

   Em relação à história ela é meio confusa. Eu demorei pra entender tudo certinho e ainda tem umas coisas que eu meio que tô gerindo e tudo o mais. O enredo é meio sombrio, mas não muito, só tem umas partes meio "darks" por assim dizer. Um ponto forte é a trilha sonora, ela se encaixa perfeitamente com o enredo e com os personagens, principalmente a abertura e o segundo encerramento.

   Sobre os protagonistas eu só posso dizer que eles se completam. O Sebastian é um mordomo completo, ele é todo conciso, educado e essas coisas que você imagina de um mordo de uma família nobre inglesa. O Ciel é a mesma coisa, só que você meio que sente dó dele porque ele é triste cara, ele tem muito ódio no coração. O menino enfiou na cabeça a ideia de vingança e vai fundo nisso. Diversas vezes durante o anime você vê as atitudes dele e esquece que ele só tem treze anos, o Ciel é um mini homenzinho.

   Pra tristezas das fujoshis não tem yaoi, mas vocês podem shippar o Ciel com o Sebastian, ou o Sebastian com o Grell (prefiro esse shipper, sério) a vontade. Tem uma cena muito esquisita e estranha que eu achei engraçada e maldei e vocês também vão levar na malícia, então podem assistir.

   Quanto ao fim do anime ele até que é meio surpreendente. Acontece o que você acha que ia acontecer, mas acontece de um jeito meio diferente. Isso sem contar que durante os 24 episódios várias coisas vão sendo descobertas, coisas bem sinistras e interessantes. O saldo final do anime é bom. Eu assisti ele meio devagar porque eu ando preguiçosa, mas se você se identificar rapidamente com a história você vai acabar assistindo mais rápido. Dá pra rir, dá pra ficar com cara de quem não tá entendendo lhufas, enfim, o anime consegue mexer com você. Na verdade você fica com vontade de ter um mordomo feito o Sebastian, só que ai você lembra que teria de dar sua alma pra ele e desiste.


   Basicamente é isso. O anime tem uma segunda temporada, o Kuroshitsuji II, que eu comecei a assistir agora. Eu vou deixar pra resenhar ele depois porque acontecem altos paranauês, então vou precisar de espaço pra falar da segunda temporada. Por hora, assistam a primeira temporada, se apaixonem pelo Sebastian e decidam se vão ou não querer vender a alma de vocês pra ele!

Resenha: Tonari no Kaibutsu-kun




   E o anime da vez é Tonari no Kaibutsu-kun! Escrito e desenhado por Robico, Tonari no Kaibutsu-kun (O Monstro que Senta ao Meu Lado, em tradução literal) foi lançado no passado e conta com exatos 13 episódios mais um OVA. 

   O anime conta a história de Shizuko Mizutani, uma garota do colegial totalmente CDF level Hermione ao quadrado. Sim, senhoras e senhores a menina só pensa em estudar e mais nada. Isso até ela conhecer Haru Yoshida, um menino que senta do lado dela, mas não vai escola desde o primeiro dia de aula quando se envolveu numa briga com os veteranos. A professora da Shizuko manda ela ir entregar as apostilas do Haru e é a partir do momento em que eles fazem contato que a história começa.

   É uma história muito confusa e complicada que dá várias voltas e acaba envolvendo outras pessoas. É uma comédia romântica e é shoujo, então é bem engraçado e tem umas coisas retardadas, mas tem umas partes mais sérias que mexem com os sentimentos da gente. Com certeza os dois personagens mais fantásticos que te dão mais raiva, mas com que você as vezes se identifica são os dois protagonistas. A Shizuku é muito CDF, digo, muito mesmo. Isso me fez gostar bastante dela, embora as vezes ela me irritasse e tudo o mais. É legal porque eu não sou muito de ver shoujos, mas a julgar pelas história românticas comuns as garotas como ela nunca são postas nas situações em que ela é posta e nem retratadas da mesma maneira que ela é retratada. Geralmente nos romances que têm uma CDF a garota sempre acaba se apaixonando por um cara super popular ou coisa do tipo e ela sempre sofre bulliyng, esse tipo de coisa não acontece com a Shizuku. A Mizutani é senhora de si, ela é rainha do gelo, completamente metódica, pra ela é sempre tudo ou nada, então é legal a forma que o Haru aparece e dá uma boa chacoalhada no mundo dela. Ela meio que muda em alguns pontos, mas ela não se curva e nem se torna uma garota diferente por causa dele e isso é muito bom. Ela é uma CDF e continua sendo, eu gosto disso.

   Quanto ao Haru, bom, ele é uma peça. Ele é idiota, retardado, infantil, esquisito, estranho e até mesmo assustador. Em um segundo ele está perfeitamente normal, mas do nada ele explode e aí dá medo. Tudo isso somado ao grande mistério que ele é o torna um personagem e tanto. Ele é bonito quando sorri, mas quando ele fica bravo dá uma sensação estranha, ruim... Eu gosto dele. Na verdade o Haru me lembra um conjunto de personagens tanto fisicamente como também em algumas atitudes. Ele me lembra o Okumura Rin de Ao no Exorcist, mas também me lembra o Gareki de Karneval, o Haruka de Free! (este eu tenho certeza que é por causa do nome e do cabelo, o cabelo dos dois parece ser macio) e o Ash do Pokemon! Todos eles são personagens bem diferentes, mas se você for ver, todos eles têm cabelo preto e olhos meio que azuís, e o Rin e o Gareki são bem estressadinhos, principalmente na fase inicial do anime deles. O Haruka tem uns momentos que ele fica pensando na vida e no passado e o Ash, bom, o Ash é escandaloso pra burro.

   Foi um anime que eu gostei bastante. Ele é engraçado, divertido, tem personagens estranhos, o cabelo dos personagens parece ser macio e tem um galo chamado Nagoia! Não é um shoujo meloso, mas sim um shoujo divertido que faz você querer assistir cada vez mais e mais e mais o anime. Ele termina meio decepcionante em alguns pontos, porque muita coisa não é esclarecida, mas de certa forma o final é bem bonitinho então tá valendo. Se você nunca assistiu shoujo na vida eu te recomendaria esse, acho que é um bom representante do público alvo, ele merece dez estrelinhas douradas pelo tanto que me fez rir e me prendeu nesses dois dias que eu o assisti. Então, acho que é esse o saldo final, assistam o anime e descubram se vocês concordam com o fato do Haru ser o monstro que senta ao lado da Shizuku, ou não.

Resenha: Watamote


 
   E o anime de hoje é Watamote! Eu tava enrolando pra fazer a resenha desse anime, porque ele é muito legal e eu vou sentir falta dele, mas chegou a hora de eu passar essa felicidade de otaku pra frente. 

   O nome completo do anime é Watashi ga Motenai no wa Dou Kangaetemo Omaera ga Warui, nome pequeno né? Enfim, já que ele tem esse nome pequeninho que significa, em tradução quase literal, "Eu não tenho culpa se não sou popular", o anime acabou ficando conhecido como Watamote. Questão de praticidade né?

   Deixando de lado o tamanho do nome do anime, vamos fala do que interessa. Quando eu vi o nome desse anime eu pensei: cada do que fala esse anime? Simples, basicamente, Watamote conta a história de Kuroki Tomoko, uma garota de 15 anos que é a típica Nerd. Nerd mesmo, pra valer, ela é meio que aquela versão americana dos Nerds sabe? Ela é otaku, é gamer, e no mundo dos games femininos ela tem mais de 50 anos de experiência em relacionamentos, tendo namorado mais de 1000 garotos. Entretanto, para a tristeza de nossa queria Tomoko, na vida real não é assim. Na realidade, Tomoko é apenas uma garota comum, ou melhor ainda, nada comum. Ela estuda no colegial e não é nem um pouco popular, a coitada não tem um único amigo. É a partir daí que ela se olha, se analisa, e resolve fazer algo para mudar essa imagem de não popular, assim começa o anime.

   Acho que deu pra vocês entenderem um pouco sobre o que trata o anime né? Bom, esse anime é um dos animes da temporada, ele terminou na última terça-feira, não ontem a da terça passada, e conta com apenas 12 episódios. Ele é bem engraçado, tão engraçado quanto Blood Lad ou talvez até mais. A Tomoko é tipo, muito retardada, e as coisas que ela faz são hilárias, mas, as vezes, também dá um dó dela, porque ela é tão sozinha...

   Outra coisa muito legal nesse anime é a abertura e o encerramento, sério, é assim, sem palavras para descrever. Tem muita gente que diz que a abertura não tem nada a ver com o anime, mas na verdade a música tem. As cenas são meio estranhas se levada em consideração o tema central do anime, mas eu acho que a intenção é essa, a abertura é meio metafórica, como se fosse meio que a visão da Tomoko. Já o encerramento é bem kawaii e engraçado, estão totalmente aprovados.

   Quanto ao gênero e público alvo, é respectivamente, vida escolar, vida diária, ecchi e shounen. Pelo menos onde eu vi tava dizendo que era shounen, mas creio que faz sentido ser isso mesmo. O ecchi é bem leve, não vou contar a forma e nem a maneira como ele aparece porque é uma surpresa no anime.

   Watamote é um dos anime da temporada que vai deixar saudade, e eu acho que ele não vai ter continuação, porque o final dele é de um jeito que não faz sentido ter mais. Isso é meio triste, mas é um anime que super vale a apena vocês assistirem, de verdade. Pra quem gosta de humor, pra quem gosta de coisas kawaiis e pra quem gosta de coisas meio estranhas e loucas é um prato cheio. A Tomoko é legal, o Tomoki (irmão dela) também é. É todo mundo legal, é todo mundo estranho, é um anime muito engraçado, então, assistam Watamote e comentem aqui embaixo o que vocês acharam okay?

   Watamote, mais um anime da temporada que vai deixar saudades!

Resenha: Blood Lad




   E depois de muito enrolar, enfim eu venci a preguiça e vim aqui hoje falar do anime Blood Lad! Se você ainda não ouviu falar, ou não tem ideia da temática do anime se acalme, eu vou explicar. Vamos começar do começo (não, Andreza, vamos começar do fim). Blood Lad é um mangá seinen desenhado por Kodama Yuuki. Desde, mais ou menos, o meio do ano ele têm sido produzido em anime, e o último episódio foi ao ar a umas duas semanas atrás. 

   O anime conta a história de Staz, um vampiro do mundo demônio, e Fuyumi, uma garota humana que vai parar no mundo demônio. Staz é chefe de um território do mundo demônio e vejam só, ele é um otaku, doidinho por tudo que envolve mangás, animes, games e outras coisas humanas e japonesas. Quando a Fuyumi vai pro mundo demônio ela acaba chegando exatamente no território que Staz toma conta,entretanto, a garota morre e se torna um fantasma. A partir daí, Staz decide que vai reviver ela de todo e qualquer jeito.

   Até então Blood Lad tem 10 episódios. O mangá continua sendo produzido, porém o anime acabou. Pra quem já assistiu, o jeito é rezar pra que o anime faça sucesso no Japão e lucre bastante, assim pode ser que tenhamos uma segunda temporada no ano que vem.

   Blood Lad foi o primeiro seinen da minha vida (teve K-ON, mas pra mim esse anime é shoujo porque não posso ver em que um anime com a temática dele interesse a homens) e a experiência foi maravilhosa. O anime é engraçado, não tão retardado quanto os shounens, porém bem engraçado. Tem ecchi, as vezes é uma quantidade até um pouquinho alta, mas é um ecchi que vai mais pro lado cômico do que sexual, então você fica muito ocupado rindo pra se envergonhar com a cena.

   O Staz é uma figura, sério. Ele é gokuísta sabem? Ele é louco pelo Goku e não permite que ninguém fale mal do herói de Dragon Ball Z, então você acaba meio que se identificando com ele nessas partes. O cara é meio frio e grosso, mas ele se torna estranho com relação à Fuyumi, porque nem ele mesmo sabe o que sente por ela, e o porquê exato de querer revivê-la, o que faz com que você fique apostando os motivos e criando suas próprias certezas e teses óbvias.

   É um anime mais pro público masculino, por isso quando você é uma garota e começa a assisti-lo pode ser que você se assuste um pouquinho, mas ele é tão engraçado que com o tempo você se acostuma e para de se importar com as coisas masculinas presentes na trama. Têm alguns personagens fofos, que eu não vou dizer quem são para não dar spoiler.

   Blood Lad é um anime da temporada que merece ser anime da temporada que vêm. Pros meninos eu super recomendo, pras meninas que adoram rir e não se importam em ver um anime mais masculino, eu recomendo também. 10 episódios, dá pra ver rapidinho, em uma semana você assiste, ri e se junta a mim na espera e torcida de uma segunda temporada. Blood Lad, porque quando um vampiro resolve reviver uma humana, nada normal pode acontecer!

Resenha: Ao no Exorcist



   E o anime da vez é Ao no Exorcist! Ao no Exorcist (ou Blue Exorcist no mangá versão ocidental) conta a história de Okumura Rin, um filho de Satã. Não vocês não leram errado o menino é mesmo filho do Capiroto, do Tinhoso, do Coisa Ruim, do Demo. Mas acalmem-se, o Rin não é um louco sanguinário, talvez ele seja um adolescente um tanto problemático mas ele tem um bom coração, embora aparente ser um delinquente juvenil em sua primeira aparição no anime. 

   Rin e sue irmão gêmeo não idêntico, Yukio, foram criados por um padre, um padre exorcista e é ai que tudo começa a ficar legal. Os demônios resolvem que chegou a hora de ir atrás do Rin, que herdou os poderes de Satã, e ai acontece um pandemônio no local onde o Rin mora e a ação enfim toma conta do anime.

   O gênero da história é shounen, então podem esperar lutas, batalhas, fagulhas e muito humor. Tem uns personagens meio retardados, na verdade o Rin é um dos mais retardados e ocorrem umas reviravoltas na história também, tanto que no fim teve uma hora que eu quase senti dó de Satã, mas foram por poucos minutos eu juro.

   O anime é bem viciante, principalmente na reta final e ele não é muito longo, só tem 27 episódios, então você assiste bem rapidinho. O jeito que ele acaba, a cena final, é assim muito legal sabe? Dá uma sensação de "a vida continua" ou algo assim. Não vou falar mais nada se não dou spoiler. Em resumo, o anime é tudo o que falam dele, eu sempre ouvi falar muito bem e não me decepcionei nem um pouco. Te dá uma baita vontade de ser exorcista e sair por ai caçando demônios, então preparem suas cruzes, água benta e versos bíblicos e junte-se a Rin e aos outros para destruir os demônios que assolam nosso mundo!

Resenha: K-ON!!



   E o anime de hoje é K-ON! O mangá é desenhado por Kakifly e o anime estreou em 2010. No começo do ano foi lançada a primeira temporada e na metade do mesmo ano foi ao ar a segunda temporada intitulada K-ON!!, exatamente assim com dois pontos de exclamação. 

   O anime conta a história de 4 garotas (depois o número aumenta pra cinco com a chegada da caloura Azusa) Ritsu, Mio, Tsumugi e Yui. Elas acabaram de entrar no colegial e a Ritsu quer por que quer reviver o club de K-ON (keionbu, música leve) da escola. No começo ninguém quer ajudar, mas logo a Mio e a Tsumugi resolvem ajudar, entretanto, um clube só pode ser formado com 4 integrantes no mínimo e aí que a Yui entra. A Yui é uma menina muito infantil e atrapalhada, logo ela é uma das mais engraçadas de todo anime, e quando ela entra pro clube ela nem sabe tocar guitarra, o que torna tudo ainda mais divertido.

   Durante o primeiro ano delas no colégio o clube conta só com a presença das quatro, mas no ano seguinte entra a Azusa, a caçula da banda e uma das mais fofas. Ela é super rígida e toca guitarra super bem, muito melhor que a Yui. No começo ela fica com o pé atrás com o clube por conta da desorganização do mesmo, entretanto, com o tempo ela se acostuma e começa a se dar super bem com as veteranas.

   O anime é super divertido e engraçado, as meninas são umas fofas e a professora delas a Sawako é uma figura a parte. Pra quem gosta de animes com temas como música e vida escolar é uma ótima pedida, pra quem gosta de garotas fofas também.

   Uma coisa legal é que a maioria das músicas delas são bem "maluquinhas", digo, são engraçadas e tudo o mais, entretanto, tem dois encerramentos muito bons mesmo, super dá pra ouvir como J-Rock ou J-Pop normalmente. Ah, tem outra coisa também, toda vez que eu assistia eu sentia uma vontade enorme de ter uma banda e tocar meu violão, então K-ON é meio um incentivo pra você não desistir de ter sua banda, por mais louco que isso possa parecer.

   Divertido, engraçado, idiota, fofo e surpreendente, assim é K-ON!

Resenha: Sakura Card Captors



    E o anime da vez é Sakura Card Captors! Esse é mais um dos animes da minha infância, sim eu gosto de terminar os animes que eu assistia quando criança e esse foi um dos que eu precisava terminar e relembrar se não eu ia endoidar. 

    Sakura é um mangá shoujo, mais precisamente mahõ shoujo, desenvolvido pelo grupo CLAMP. Assim como outros tanto mangás a história se transformou em um anime que foi exibido no Brasil pela Globo (ao menos pra exibir anime essa emissora já serviu) e foi nessa época que eu comecei a assistir. Anos se passaram na minha vida e eu resolvi recomeçar a série do zero e olha eu fiz muito bem em fazer isso.

   O anime conta a história de Sakura Kinomoto, uma garota de 10 anos que mora na cidade de Tomoeda. Ela vive com o pai e o irmão mais velho e tem uma vida perfeitamente normal, até o dia em que abre por acidente um livro misterioso chamado Livro Clow. Do livro saem um monte de cartas e de quebra uma espécie de bichinho de pelúcia chamado Kerberos que é nada mais nada menos do que o guardião das cartas Clow. A partir desse momento Sakura se torna uma card captor responsável por reunir todas as cartas que se perderam pela cidade.

    Não vou contar mais anda porque se não eu revelo spoiler. O fato é que é muito bom assistir um anime shoujo pra variar, principalmente um igual a Sakura que além de relembrar a infância não tem ecchi e nem essas pataquadas que faz você ficar com cara de nada se sua mãe te pegar assistindo. Tem até que bastante mistério, sério, a história é bem mais complexa do que parece ser inicialmente e os personagens são fofos, logo, dá pra entender porque o público alvo é o feminino mesmo.

   Uma personagem da qual eu preciso falar é a Tomoyo, ela é a melhor amiga da Sakura e tem uma paixão assim gigante pela amiga dela. Não que sela seja lésbica, nada disso, é uma coisa fraternal mesmo, e ela é uma fofa uma linda, ela dá um brilho pra história. Com certeza é uma das minhas personagens favoritas e seu eu fosse escolher um cosplay pra fazer seria da Tomoyo.

   Sobre o fim do anime: ele é bem legal, fofo, bonitinho, é bem digno. Todos os mistérios são resolvidos, não fica nenhuma dúvida e ainda tem um romance, bem leve afinal a Sakura é criança, mas é bonitinho por causa disso. Pra quem gosta de shoujo eu super recomendo o anime, quem não gosta de shoujo também devia assistir, quem sabe assim a sua opinião sobre o gênero muda? Enfim, por mais retardada que a Sakura seja, por mais retardada que a história seja, vale mesmo muito a pena assistir esse anime. Mais antiguinho, fofinho, um clássico shoujo!

Resenha: InuYasha Kanketsu-Hen

   


E eu terminei o anime InuYasha, me abracem e me aplaudam pois eu mereço. Há uns dias atrás eu resenhei InuYasha certo? E eu disse que tinha a continuação do anime que tinha sido interrompido e tudo o mais, essa continuação é InuYasha Kanketsu-Hen que eu acabei de terminar e me deixou assim chorosa. 

   Eu disse na resenha anterior que eu estava em lágrimas não é? Pois, acreditem, eu estou ainda pior hoje. Tem um rombo imenso no meu coração que só não é maior do que quando Fairy Tail foi cancelado. Se você é uma pessoa sensível e com o coração no lugar assim como eu, prepara-se para chorar.

   Como nesse anime a história já tá caminhando pro desfecho final não tem como não chorar. Você fica parada olhando pra tela em diversos episódios, lágrimas caindo, você não sabe se chora, se grita, se corre, se voa até o Japão e tenta matar a Rumiko, enfim, você não sabe mais nada. Pra piorar a situação esse anime é anime da minha infância, então terminar ele dá uma coisa estranha sabe? Uma sensação de missão cumprida depois de anos esperando pra saber o que enfim aconteceu.

   O filho da mão do último episódio é tipo perfeição em forma de anime, sério mesmo, acho que de todos os animes que eu assisti esse é o que tem o final mais perfeito de todos, toda a raiva que você sente da mangaká, do vilão, de tudo, é super compensada. Tem um pouco de gosto de quero mais, mas ao mesmo tempo não tem mais muito a se fazer, porque todo mundo já sofreu demais então o fim é tipo um coisa boa pros personagens que só se ferraram durante o anime todo.

   Diversas expectativas, zilhões de cortes, tá tudo bem e num piscas de olhos tá tudo mal, lágrimas, caretas, sentimentos indescritíveis, vontade de matar a Rumiko, risadas, vontade de matar a Rumiko de novo, vontade de fazer picadinhos de uns e outros aí, essas são só algumas das coisas que eu senti assistindo não só a série toda, mas principalmente o desfecho final da história.

   Eu tô meio vazia, tô meio aérea, mas eu não podia demorar mais pra resenhar isso se não eu enlouqueceria. obviamente se você assistiu InuYasha você vai assistir o Kanketsu-Hen  pra saber como a história termina, então prepara o coração porque você vai sofrer, mas relaxa que depois o sofrimento acaba.


   Enfim, o anime ganhou o meu selinho de "animes que você tem de assistir antes de morrer", e você tem mesmo de assistir sério. Eu já disse, é shounen, tão é meloso, mas tem romantismo na medida certa, enfim, tudo o que tem na primeira fase tem na fase final, então, seja uma pessoa feliz, assista, chore, morra um pouco e depois saia contando pros seus amigos que você assistiu um dos melhores animes de todos os tempos.

Resenha: InuYasha


   E eu voltei, voltei pra resenhar anime. Eu acabei de terminar de assistir InuYasha e tô com os olhos molhados ainda, tô meio em choque, tô chorando, mas também não tô, gente, não tô raciocinando, sem mais. 
  
   Eu sei que vocês devem tá falando, poxa, Andreza, você não assistiu InuYasha na Globo não? Sim eu assistia, eu era criança, foi minha infância, mas a Globo é filha da mãe, não terminou o anime, então eu comecei a assistir por minha conta e risco, e agora vou resenhar ele enquanto ainda estou com a emoção.

   InuYasha é um anime adaptado do mangá desenhado por Rumi Takahashi, Sengoku Otogi Zoshi InuYasha (A Fantástica História do Período Feudal de InuYasha), que foi produzido durante 4 anos, de 2000 à 2004. Como eu citei acima ele já passou na Globo e é bem conhecido pela galera que foi criança dos anos 90 até 2011 mais ou menos. O bendito do anime conta a história da Kagome, uma japonesa que levava uma vida normal até do nada cair no poço e ir parar na era feudal do Japão, onde ela conhece o InuYasha, o menino de cabelo branco e orelha de cachorro na foto ali de cima, que dá nome a série, e de quebra ela ainda acaba descobrindo que é a reencarnação de uma miko (sacerdotisa) a Kikyou. Pra piorar a situação da coitada da Kagome ela começa a ter de proteger a Shiko no Tama (Jóia de Quatro Almas) que uma pancada de youkai vive querendo roubar pra conseguir mais poder.

   A partir daqui não conto mais nada, se quiser saber a história vai na wikipédia ou, melhor, assiste o anime ou lê mangá, é muito bom. Sério, eu sei que eu sempre digo que os animes que eu assisto são muito bons mas dessa vez é mesmo, InuYasha é muito bom e o final, o final do anime, cara nem digo nada pra vocês viu.

   Não vou falar sobre o vilão da história, não vou falar sobre a Tama, se vocês quiserem descobrir quem é esse povo todo que tá na imagem vocês vão ter de assistir, e por favor assistam. O gênero é shounen, mas como ele é desenhado por uma garota, a Rumiko, ele não tem muito ecchi, nem mulher pelada em demasia e tem romance. Como é shounen o romance não é muito meloso a ponto de espantar os meninos, mas dá pra fazer as meninas darem uma boa suspirada, ou no meu caso sentir raiva e querer matar muita gente.

   O final do anime não coincide com o final do mangá, este continuou sendo produzido e depois de 5 anos de hiatus, InuYasha volta, com o nome de InuYasha Kenketsu - Hen, que eu vou começar a assistir ainda hoje ou amanhã.

   O anime que eu tô resenhando hoje tem 167 episódios, nos quais você vai rir, chorar, sentir raiva, querer matar a Rumiko, querer abraçar a Rumiko, querer matar ela de novo, e nos últimos cinco episódio você desejará o sangue da Rumiko, mas ainda assim você continua gostando dela por ter desenhado o mangá.

   Esse anime é meio especial pra mim, afinal, como eu já disse eu assistia ele quando eu tinha uns 9 anos mais ou menos (eu acho, não lembro direito, só lembro de assistir) e assistir ele de novo foi tipo um sonho. Rever o que eu já havia visto, as coisas que eu me lembrava, como eu me lembrava é tudo muito bom. Então, se você, assim como eu, assistiu a primeira temporada do anime na Globo, assista inteiro agora. É pequeno, se você se dedicar você termina rapidinho e vale muito a pena. Além de ser muito bom, e retardado como tudo shounen, é legal você ver a diferença que ele faz na sua cabeça agora que você não é mais criança.

   Se você gosta de animes você tem de assistir, se você é otaku você tem mesmo de assistir, se você tá cansado dos ecchis e das garotas peladas desenhadas pelos mangakás assiste também. Junte-se a todo o povão do anime, passe raiva, ame e odeie personagens e é claro ajuda a proteger a Shiko no Tama, ou tente roubá-la, aí é você quem escolhe! 

Resenha: Metropolis


  
   E a resenha de hoje é sobre, Metropolis. Não eu não estou falando do filme alemão Metrópolis, mas sim do filme anime Metropolis. Você deve estar se perguntando onde eu achei esse filme, que ideia foi essa de assistir um filme anime quando eu não sou capaz de assistir nem aos filmes dos animes que eu acompanho, bom é o seguinte, a culpa é do meu professor de geografia, mas isso não vem ao caso. 
 
   Metropolis, também conhecido como Osamu Tezuka's Metropolis, é um filme anime lançando em 2001. É a adaptação do mangá de Osamu Tezuka e conta a seguinte história: em uma determinada época, existe uma nação industrial com o nome de Metropolis, lá os robôs executam as mais simples funções que podem ser desempenhadas por um ser humano, e por conta disso a população vivem em um grande miséria. Por causa da situação em que vivem os humanos odeiam os robôs, e estes são controlados e oprimidos por uma espécie de força policial, os Marduques, que os obriga a ficarem em suas zonas. Nessa situação acontece a inauguração da Zigurate, super-instalação teoricamente destinada ao progresso da nação. É nesse cenário que chega à Metropolis um detetive, Shunsaku Ban e seu sobrinho Kenichi para investigar um tal de Dr. Laughton. Entretanto, o que verdadeiramente dá cor ao filme é o aparecimento de Tima, um robô criado à semelhança dos humanos.

   Ok, já falei demais da história do filme, vamos falar do que interessa, como o filme é em si. Inicialmente ele é meio chatinho sabem? O traço dele é diferente do traço que a gente está acostumado de ver nos animes e é uma confusão tão grande que demora a se adaptar na história. No começo eu admito que achei que não fosse entender o filme, mas eu consegui. Conforme as coisas vão acontecendo tudo vai se tornando mais interessante e emocionante fazendo com que você queria assistir o fim pra descobrir o que acontece.

   A verdadeiramente estrela do filme é Tima, além de ser uma fofa, a robô é a chave para o desfecho da história e protagoniza algumas das cenas mais emocionantes do filme, tenho de admitir que meio que me apaixonei por ela, mas não vou contar o que acontece com ela no fim para não estragar a surpresa e nem dar spoiler.

   Como eu já disse a culpa de eu ter assistido esse filme é do meu professor de geografia, ele estava falando sobre as industrias com a gente e resolveu a recomendar alguns filmes, como ele ouviu eu falando com minha amiga que nunca assistia nenhum dos filmes recomendado porque ficava vendo anime ele falou desse filme em anime e bom, obviamente eu assisti.

   Existe também um outro filme chamado Metropolis, esse é um filme alemão e foi lançado antes da Segunda Guerra Mundial. Há boatos de que o mangaká que desenhou Metropolis tenha se inspirado no filme alemão para criar sua história, embora ele nunca tenha o assistido.

   O saldo final é: fala de industria, termina mais legal do que começa, pra quem gosta de animes ou filmes sobre robôs, máquinas, coisas explodindo é uma ótima pedida. Ele é bem curioso, pelo menos logo que eu ouvi falar dele eu fiquei curiosa pra assistir, então eu resolvi vir falar sobre ele. Eu verdadeiramente recomendo que, se vocês começarem a ver, não desanimem e terminem. No começo ele é meio maçante sim, mas depois acontecem coisas bem legais que compensam a monotonia existente no início.

   Assista Metropolis, se veja numa projeção de um futuro inexistente e descubra juntamente com Tima quem ela é de verdade!
   

Resenha: Another




   E cá estou eu às 00:05 da manhã fazendo esse post pra falar de Another! Sim, é um anime, sim eu viciei em animes mais do que eu já era viciada, sim é resenha. Eu sei que já deve ter enchido o saco eu fazer resenha de anime e tudo o mais, mas é que, eles são tipo uma droga sabe? Você assiste um e depois outro aí mais outro e quando via ver já é um otaku viciado (não que eu já não fosse, eu só piorei no vício). 

   Tá, tudo bem, chega de me justificar, eu vim falar de Another e é sobre Another que eu vou falar, então vamos lá! Como eu já disse Another é um anime de horror e suspense que tem somente 12 episódios. Ele conta a história não de um personagem especifico mas de uma sala de aula e seu carma em si. O anime começa com a lenda ou mais precisamente a maldição a cerca dessa sala sendo contada, depois toca a abertura e só então a história começa pra valer.

   A história em si começa a partir de um menino chamado Sakakibara (na verdade esse e o sobrenome dele, mas como todo mundo chama ele assim fica mais fácil de identificar o personagem) ele está no hospital e vai começar o nono ano do fundamental na escola Yomi Norte; o menino tem a sorte de cair justamente na sala amaldiçoada que falam no começo do anime, mas isso já é meio óbvio que aconteceria e tudo o mais, então voltemos ao que interessa. Ainda no hospital ele recebe uma visita de três representantes de sala, algo não muito comum afinal ninguém nem conhecia ele ainda, mas eles dizem que era porque já sabiam que ele ia estudar com eles e tudo o mais. Até aí tá tudo bem, nada de anormal certo? Certo. Pois bem, no mesmo dia, quando já é meio de noite ele pega o elevador do hospital e se encontra com uma menina vestida com o uniforme da Yomi Norte. A menina trás na mão uma boneca super bizarra, isso sem contar o fato de que a garota é super pálida e quieta, ela parece meio fraquinha e zumbi e tem um jeito todo suspeito. A última coisa que menina diz pro Sakikabara antes de se afastar dele é o nome dela, Misaki Mei.

   Passam-se uns dias e o menino enfim começa a frequentar a escola. Ele vê a Misaki e tenta sempre falar com ela, mas a menina é arredia e parece não querer muito papo com ele não. Pra piorar a situação parece que o Sakakibara é o único capaz de ver a Misaki e um colega dele ainda diz:"Você não vai querer mexer com coisas que não existem!" Ok, aí você pensa, essa menina é fantasma, esse é o mistério da história! Você está errado amigo, o verdadeiro mistério começa quando uma colega de classe morre (não vou contar como porque é legal o jeito que ela morre e o porquê também haha).

   A partir da morte da menina o anime se desenvolve, aos poucos o mistério, maldição, carma, chame do que quiser que cerca o nono ano da classe 3 vai sendo descoberto aos poucos e o resultado é surpreendente. Todas as coisas que acontecem, todas as mortes, tudo é muito bem elaborado e emocionante. Dá medo? Medo não dá, dá receio. Você fica meio com agonia de corredores escuros, ou mesmo claros, escadas, escolas vazias... Todo o tipo de coisa que possa causa uma morte acidental. O anime mexe com o psicológico da gente, mas não tanto quanto Mirai Nikki, talvez porque Another só tem 12 episódios então ele mal começa e já acaba, é como uma mini-série de terror leve. Não tem muito sangue nem cenas muito fortes, dá pra assistir sossegado. Eu digo isso porque sou super medrosa, então podem confiar em mim, se fosse pesado eu não teria assistido.


   Pra terminar, meu parecer final é: é um horror muito bom, leve, não te deixa morrendo de medo, mas te dá uns sustinhos e mantém seu interesse pela história. O mais legal dele é que você começa a gostar dos personagens, mesmo com pouco tempo de convivência e no fim você fica se questionando sobre uma coisa juntamente com os alunos da classe 3. Portanto, se você tiver um tempo livre, uns dois ou três dias, assista Another porque vale, muito a pena, principalmente se você gosta de suspense e horror. Não perca essa oportunidade e descubra qual é o grande fenômeno que assola a classe 3?