E acabou, gente, acabou Strike the Blood. Estaremos felizes, contentes,
levemente aliviados por isso? Estaremos tristes? Estaremos tudo ao mesmo tempo?
Não sei, ainda não me decidi sobre meu sentimento em relação ao fim do anime,
vamos ver se eu descubro como me sinto até o fim dessa resenha.
Strike the Blood é um anime remanescente da temporada passada, ele tem
24 episódios e se encerrou na última sexta-feira. O anime conta a história de
Akatsuki Kojou, um dos vampiros mais poderosos do mundo conhecido como o Quarto
Progenitor. Um belo dia ele conhece uma garota chamada Himeragi Yukina, shamã
da espada da Organização Lion King que simplesmente aparece e diz que é a
observadora dele. A missão de Himeragi é vigiar Kojou e, caso ele se torne
muito perigoso, ela tem de "dar cabo" dele. Então, seguindo as ordens
da Lion King, a Himeragi começa a seguir o Kojou por todos os lados e a
história vai se desenrolando.
Eu não sei se isso aconteceu com todo mundo, mas quando eu comecei a ver
esse anime eu pensei que ele tomaria um rumo, só que ele acabou tomando outro
rumo, o que foi meio bom. Inicialmente eu achei que a história giraria muito
nessa de "Lion King, dar cabo do Kojou e afins", entretanto, o anime
acabou abrangendo outros temas e por vezes fazendo uma confusão e tanto.
Vou adiantar uma coisa bem óbvia pra vocês, que todo mundo percebe lá
por quarto episódio; quanto mais o tempo passa, mais o Kojou e a Himeragi se
aproximam e... bom, vocês sabem o que acontece quando uma garota se aproxima
muito de um vampiro. Mas, acalmem-se, o foco da história não é esse, podem
relaxar. Vou adiantar outra coisa, um pequeno spoiler que vocês entenderam lá
pro episódio doze: TODAS QUEREM O KOJOU, O KOJOU TEM MEL, EU TAMBÉM QUERO O
KOJOU!!!! Pronto, sem mais spoilers.
Como todo anime de temporada que se prese o final deixou coisas sem
explicar, então eu aguardo uma nova temporada no ano que vem. Sobre o final em
si: ele foi meio o que eu esperava, mas ao mesmo tempo também não foi. Porém,
teve uma coisa que eu imaginei nos últimos episódios e uma outra coisa que eu
imaginei desde o começo, então me senti muito bem por saber que minhas ideias
tem fundamento.
Sobre
os demais personagens, gostaria de tratas de algumas pessoas relevantes e que
aparecem logo no primeiro episódio. Asagi: ela é uma colega/amiga da classe do
Kojou; ela é legal, mas não é minha preferida. Nagisa: é a irmã do Kojou, é uma
fofa, tem a voz um pouco irritante e eu aposto a minha vida que tem um segredo
muito louco que ronda ela, acreditem em mim. Natsuki: essa é a minha favorita
de todo o mundo; a Natsuki é uma bruxa e é professora do Kojou. Ela é super
baixinha e brava, e muito poderosa, ela é demais, ela é a melhor.
O saldo final sobre Strike the Blood é: não se deixem enganar pelo
google imagens, o anime não é ecchi. Ele tem muito ecchi, mas ele não é ecchi,
a história não gira em torno só de ecchi. Okay, sério agora. É um anime bom,
ele te faz passar muita raiva, faz você quase cair da cadeira e faz você querer
meter a mão na cara do mangaká com uma grande frequência. Então, sim, é
recomendável. Eu fiquei com vontade de ler o mangá, então, se alguém souber de
um site que tenha os scans (em português) pode me mandar, eu ficarei muito
grata e feliz. Para quem não assistiu o anime ainda, vai assistir. Você vai
passar muita raiva, mas tem umas batalhas bem legais. E, meninas que assistirem
o anime e que, assim como eu, não consegue não shippar um casal, ao menos
shippem o casal certo. Enfim, o anime vai deixar saudades, sentirei falta de
ficar esperando um episódio novo toda sexta, porém outros animes precisam
brilhar.
Gosto muito de livros, muito mesmo, principalmente os de fantasia. Gosto de capas bonitas e folhas cheirosas. Sou apaixonada por mangás e animes, posso ficar horas discutindo sobre eles. Me vicio facilmente em séries. Gosto de assistir filmes, principalmente adaptações literárias. Amo ouvir música, quase qualquer música, diferentes tipos de música. Sou doida pra conhecer a Inglaterra e o Japão. Tagarelo muito sobre as coisas que gosto, e me empolgo, muito. Não sou tão boa, mas me arrisco a escrever.
