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Resenha: Black Bullet


   E acabou Black Bullet também!!! E chegou ao fim com estilo, digno, com sangue jorrando... Enfim, vou parar antes que eu dê spoilers. 

   Black Bullet se passa em um futuro próximo onde a raça humana foi atacada por parasitas conhecidos como Gastrea. Nesse cenário a história gira em torno de Satomi Rentarou, um garoto que vive nos arredores de Tóquio e é membro da Segurança Civil, uma organização responsável pelo combate aos Gastreas. Cada Oficial Civil tem uma parceira, a Iniciadora; Rentarou tem como parceira, Enju, e juntos eles lutam contra os Gastreas.

   Foi um anime muito foda!!! Deus, foi muito legal. O que eu mais gosto de Black Bullet é que apesar de, aparentemente, ser apenas mais um anime onde crianças são obrigadas a salvar o mundo, ele aborda umas temáticas muito boas. Toda a questão de como você trata quem te salva, todo o preconceito com as crianças amaldiçoadas e a dificuldade em que a geração perdida têm de aceitá-las é uma das coisas mais legais no enredo.

   Eu sou uma pessoa de coração muito mole, então, toda vez que alguma criança era maltratada eu ficava toda chateada e irritada. Sim, eu dou grandes proporções pra ficções no momento em que estou lendo/assistindo alguma coisa.

   Outra coisa boa foram os outros mistérios no meio da história, e o final, que final! Terminou de um jeito que uma segunda temporada seria muito bem vinda. O legal sobre minha impressão do final, é que estou em uma profunda relação de amor e ódio com ele. Porém, eu tenho uma grande relação de amor com todos os outros episódios, então, o lado positivo vai ganhar esse impasse.

   Não posso fazer essa resenha sem falar da Enju. Eu sei, eu sei, o Rentarou é o herói, o protagonista master, mas a Enju é o brilho dessa dupla. Imaginem uma menina de mais ou menos doze anos que é fofa, meio violenta, mais fofa, meio doida, mais fofa e mais fofa.... É a Enju. Foi amor à primeira vista. Quando ela apareceu no primeiro episódio, dando um grande trabalho pro Rentarou, diga-se de passagem, eu pensei: ela é quem manda nisso aqui. Ela é o brilho!

   Quanto ao Satomi, bom, ele é legal... Brincadeira, ele é um herói maneiro. Rentarou tem um super sendo de justiça, um coração enorme, muita coragem e um ímã para garotinhas de doze anos! Essa última qualidade dele me rendeu muitas risadas, muitas risadas mesmo.

   O anime foi adaptado a partir de uma light novel, mas também tem o mangá, que eu estou/estava lendo. Na verdade, eu vou ler mais um capítulo quando resolverem que está na hora de traduzir mais um capítulo, afinal, quem vive de ler mangá no Mangá Host também sofre. Já tem seis capítulos disponíveis e é bem semelhante ao anime. Não lembro de ter notado muita diferença, então, aproveitem.


   Ao todo, Black Bullet teve 13 episódios, com muitas lutas, algumas mortes, um pouco de sangue, um pouco de humor e um drama básico. Mais uma vez preciso reforçar que eu fiquei com muita dó em algumas partes. Em suma, eu me empolguei muito com esse anime. Acho que se tivessem mais treze episódios dele eu assistiria feliz. Portanto, é isso. Eu estou empolgada em demasia para poder fazer uma resenha com uma qualidade melhor, aí ela saiu assim, um pouco ruim, desculpem. Porém, vamos combinar, quem assistiu Black Bullet essa temporada sabe do que eu tô falando; foi um dos melhores animes da temporada toda. Só não brilhou mais porque No Game No Life meio que ofuscou todo mundo.... Enfim, se você assistiu Black Bullet me diz o que você achou, vamos partilhar os feels; se você ainda não assistiu, assista e me conte o que achou depois, repito: vamos compartilhar os feels. Por hoje é só pessoal, sayo!